segunda-feira, 26 de abril de 2010

Se não há vergonha, não há culpa.

Se são os nossos sentimentos sobre as coisas o que de fato nos atormenta e não as coisas em si, conclui-se que culpar os outros é tolice. Portanto, quando sofremos reveses, perturbações ou dêsgostos, não culpemos jamais os outros, mas nossas próprias atitudes.


As pessoas mesquinhas geralmente atribuem aos outros a culpa por seus próprios sofrimentos. As pessoas comuns atribuem a culpa a si mesma: aquela que se dedicam a viver uma vida de sabedoria compreendem que o impulso de atribuir culpa a alguém ou a alguma coisa não passa de tolice e que não se ganha nada culpando seja quem for, os outros ou nós mesmos.


Um dos sinais que indicam o inicio do progresso moral é a extinção gradual da culpa.Passamos a ver como é inútil fazer acusações. Quanto mais examinarmos nossas atitudes e trabalharmos o nosso intimo, menos estamos sujeitos a ser assolados por tempestuosas reações emocionais nas quais buscamos explicações fáceis para aquilo que nos acontece.


As coisas são simplesmente o que são. As outras pessoas que pensem o que quiserem, não é da nossa conta.


Se não há vergonha, não há culpa.


Filhotes á Venda

O dono de uma loja de animais estava colocando um cartaz na vitrine, onde se lia

"Filhotes à venda".

Cartazes assim têm um grande poder de atração sobre crianças e um menino logo apareceu perguntando quanto custaria os filhotes.

"Entre 30 e 50 ", respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

"Eu só tenho 2,37, mas posso ver os filhotes?

O dono da loja sorriu e gritou para dentro da loja, chamando a cadela Lady, que veio correndo, seguida de 5 bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.

Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: "O que há de errado com aquele cachorrinho?"

O dono da loja explicou que o veterinário o tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril e que ele sempre mancaria e andaria mais devagar.O menino se animou e disse:

"Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"

E o dono da loja respondeu:

"Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele eu te dou de presente".

O menino ficou muito transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, disse:

"Eu não quero que você dê ele pra mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu te dou 2,37 agora e 50 centavos por mês até ter completado o preço total"

O dono da loja contestou:

"Você não quer realmente comprar esse cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você como os outros cachorrinhos".

Aí o menino abaixou e puxou a calça para cima, mostrando a perna esquerda deficiente, com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:

"Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso".

Não devemos julgar ninguém por suas capacidades, mas pelo que cada um realmente é. Que DEUS abençoe a todos.

EU !! Sentar ao lado de um NEGRO ??!!!

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro NEGRO.

Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária..

'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um NEGRO.

Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outro acento'

'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.

'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica.Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'.

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe.

Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso
obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos

para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Uma Flor Rara

Uma jovem tinha tudo.
Um marido maravilhoso, filhos perfeitos, uma família unida.
Um emprego que lhe rendia um bom salário.
O problema é que ela não conseguia conciliar tudo.
O trabalho e os afazeres lhe ocupavam quase todo tempo.
E ela estava sempre em débito em alguma área.
O trabalho lhe consumia tempo demais e ela não dava atenção aos filhos.
Surgiam imprevistos e ela deixava de lado o marido...
E assim, as pessoas, que a amavam, eram deixadas para depois.
Um dia, seu pai lhe deu um presente:
Uma flor muito rara, da qual só havia um exemplar em todo o mundo.
O pai lhe entregou o vaso com a flor e lhe disse:
- Filha, esta flor vai lhe ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas que

regá-la e podá-la de vez em quando, e, às vezes, conversar um pouquinho com ela. Se assim

fizer, ela enfeitará sua casa e lhe dará em troca esse perfume maravilhoso.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando.
Os problemas surgiam. O trabalho consumia todo o seu tempo.
E a sua vida confusa não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, e a flor ainda estava lá.
Não mostrava sinal de fraqueza ou morte. Apenas estava lá, linda, perfumada.
E ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
A flor, antes exuberante, estava completamente morta.
Suas raízes estavam ressecadas e as folhas amareladas.
A jovem chorou muito, e contou ao pai o que acontecera.
Seu pai então respondeu:
- Eu imaginava que isso aconteceria. E, infelizmente, não posso lhe dar outra flor. Não

existe outra igual a essa. Ela era única. Assim como os teus filhos, teu marido e tua família.

Todos são bênçãos que o SENHOR te deu. Você tem que aprender a regá-los, podá-los e

dar atenção a eles. Pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você

acostumou a ver a flor sempre lá, sempre viçosa, sempre perfumada. E esqueceu dos

cuidados que ela merecia.
Por fim, o pai amoroso concluiu:

- Filha! Cuide das pessoas que você ama! Cuide das pessoas que te amam!