Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia , olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.
ATITUDE É TUDO!
Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de
batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
ATITUDE É TUDO!
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sábado, 17 de outubro de 2009
Você é uma pessoa linda...

Saiba perdoar e ficarás com o coração aliviado e feliz. Não deixe os sentimentos negativos adentrar em seu peito e serás uma pessoa feliz. A amargura que entra em nosso âmago, nos deprime, o astral baixa, nos deixa doentes espiritualmente e só com muito esforço e força de vontade coseguiremos voltar a realidade. Ame, a cada dia que nasce, como se fosse a primeira vez. Assim seremos felizes.
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Somos livres pra escolher...
Somos livres pra escolher, porém somos aprendizes em fazer escolhas, nossas escolhas podem nos libertar da ignorância ou nos prender a ela.
Saibamos ou não, sempre somos responsáveis por nossas ações e antes de agirmos ou mesmo antes de pensarmos, já fizemos escolhas dentre as opções que conhecemos de como iremos agir, pensar, falar.
As melhores escolhas são feitas quando nós entendemos “como” o outro, ou seja, quando nos colocamos em seu lugar, afinal, não podemos saber se no dia de amanha não precisaremos da mesma situação para aprendizado. É sempre bom aproveitar para aprender também com a experiência do outro e, a menos que você se coloque no lugar do outro, não poderá aprender.
As opções que conhecemos não são as únicas, é por isso que precisamos de amigos, pois os amigos são aqueles que nos trazem mais opções de atuação para nosso desenvolvimento. A característica principal da amizade é que este enlace facilita o desenvolvimento dos seres por ele reunidos.
Somos livres, porém responsáveis, e não importa o quanto nos sentimos irresponsáveis nem mesmo o quanto atribuímos nossas ações a outras pessoas, a escolha foi nossa, se houve influência é porque permitimos que ela existisse da maneira que ela existiu e da fonte de onde ela partiu, nossa sintonia é uma escolha e basta uma vontade para mudá-la, porém, para vencer um hábito, é necessário uma vontade constante e a percepção do motivo pelo qual estamos mudando o hábito.
Da mesma forma, os preconceitos também dependem de nossas próprias escolhas.
Podemos ou não achar que conhecemos algo a partir da experiência de outra pessoa, mas devemos nos lembrar que somos livres para experimentar e examinar através da experiência; toda vez que nos negamos o direito de experimentar, nos tornamos seres cativos, e vale também lembrar que o direito à liberdade é dado pela força criadora a todos os seres, o seu irmão é livre para examinar e para chegar às conclusões, mesmo que estas sejam diferentes das suas próprias, e isto não distancia a pessoa de você, somente agrega novas opções que você pode usar se souber respeitá-las.
Somos seres eternos e nossa única obrigação é com a vida, porém não tão somente com a nossa vida, mas com a de toda existência criada a partir do Amor do CRIADOR.
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Saibamos ou não, sempre somos responsáveis por nossas ações e antes de agirmos ou mesmo antes de pensarmos, já fizemos escolhas dentre as opções que conhecemos de como iremos agir, pensar, falar.
As melhores escolhas são feitas quando nós entendemos “como” o outro, ou seja, quando nos colocamos em seu lugar, afinal, não podemos saber se no dia de amanha não precisaremos da mesma situação para aprendizado. É sempre bom aproveitar para aprender também com a experiência do outro e, a menos que você se coloque no lugar do outro, não poderá aprender.
As opções que conhecemos não são as únicas, é por isso que precisamos de amigos, pois os amigos são aqueles que nos trazem mais opções de atuação para nosso desenvolvimento. A característica principal da amizade é que este enlace facilita o desenvolvimento dos seres por ele reunidos.
Somos livres, porém responsáveis, e não importa o quanto nos sentimos irresponsáveis nem mesmo o quanto atribuímos nossas ações a outras pessoas, a escolha foi nossa, se houve influência é porque permitimos que ela existisse da maneira que ela existiu e da fonte de onde ela partiu, nossa sintonia é uma escolha e basta uma vontade para mudá-la, porém, para vencer um hábito, é necessário uma vontade constante e a percepção do motivo pelo qual estamos mudando o hábito.
Da mesma forma, os preconceitos também dependem de nossas próprias escolhas.
Podemos ou não achar que conhecemos algo a partir da experiência de outra pessoa, mas devemos nos lembrar que somos livres para experimentar e examinar através da experiência; toda vez que nos negamos o direito de experimentar, nos tornamos seres cativos, e vale também lembrar que o direito à liberdade é dado pela força criadora a todos os seres, o seu irmão é livre para examinar e para chegar às conclusões, mesmo que estas sejam diferentes das suas próprias, e isto não distancia a pessoa de você, somente agrega novas opções que você pode usar se souber respeitá-las.
Somos seres eternos e nossa única obrigação é com a vida, porém não tão somente com a nossa vida, mas com a de toda existência criada a partir do Amor do CRIADOR.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
As crianças aprendem aquilo que vivem
Se uma criança vive criticada,
aprende a condenar.
Se uma criança vive com hostilidade,
aprende a brigar.
Se uma criança vive envergonhada,
aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive com tolerância,
aprende a ser tolerante.
Se uma criança vive com estímulo,
aprende a confiar.
Se uma criança vive apreciada,
aprende a apreciar.
Se uma criança vive com equidade,
aprende a ser justa.
Se uma criança vive com segurança,
aprende a ter fé.
Se uma criança vive com aceitação,
aprende a respeitar-se.
Se uma criança vive com amizade,
aprende a encontrar o amor no mundo.
aprende a condenar.
Se uma criança vive com hostilidade,
aprende a brigar.
Se uma criança vive envergonhada,
aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive com tolerância,
aprende a ser tolerante.
Se uma criança vive com estímulo,
aprende a confiar.
Se uma criança vive apreciada,
aprende a apreciar.
Se uma criança vive com equidade,
aprende a ser justa.
Se uma criança vive com segurança,
aprende a ter fé.
Se uma criança vive com aceitação,
aprende a respeitar-se.
Se uma criança vive com amizade,
aprende a encontrar o amor no mundo.
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O Valor da boa Convivência
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos,por não se adaptarem ás condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um poderia sentir calor do corpo do outro. E, juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se naquele inverno rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos. Justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, que era questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que unidos, cada qual conservava uma certa distancia do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem se magoar. Sem causar danos recíprocos. Assim, suportarem-se, resistindo á Era Glacial.
E assim Sobreviveram.
Será que podemos tirar algum exemplo?
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Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um poderia sentir calor do corpo do outro. E, juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se naquele inverno rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos. Justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, que era questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que unidos, cada qual conservava uma certa distancia do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem se magoar. Sem causar danos recíprocos. Assim, suportarem-se, resistindo á Era Glacial.
E assim Sobreviveram.
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A CARROÇA
Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.
Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém estava falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Com grande alegria e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva.
Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: -- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros? Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil saber quem é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! respondi intrigado.
Meu pai pôs-me a mão no ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e importuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
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Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém estava falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Com grande alegria e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva.
Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: -- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros? Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil saber quem é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! respondi intrigado.
Meu pai pôs-me a mão no ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e importuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
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