O sorriso...
é o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.
O diálogo...
é a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.
Transmite-o bastante.
O amor...
é a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um eterno desafinado.
A bondade...
é a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.
A alegria...
é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.
A paz da consciência...
é o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.
A fé...
é a bússola certa para os navios errantes,
incertos, buscando as praias da eternidade.
Utilize-a.
A esperança...
é o vento bom enfunando as velas do nosso barco.
Chame-o para dentro do seu cotidiano.
(Autor Desconecido)
sábado, 24 de novembro de 2007
Agenda da Felicidade...
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Amor é necessidade...
É necessidade do outro:
da presença,
do sorriso,
do olhar,
do silêncio.
É necessidade do outro lado:
da angústia,
do medo,
da lágrima,
da desistência.
É necessidade do vazio:
da saudade,
do adeus,
do nunca mais.
Amor só é amor porque carrega em si a sina da despedida:
do último beijo,
do último olhar,
do último "até logo".
Amor só é amor porque se precipita em amar em vez de conhecer,
se satisfaz em carinhos em vez de caminhar em busca de outras conquistas;
de outras presenças,
de outros sorrisos,
de outros olhares,
de outros silêncios.
O amor só é amor porque é solitário;
é exclusivo,
é vingativo.
E este sentimento tão imenso só é amor porque não se divide, não é solidário.
E quanto maior se fica mais egoísta, mais desconfiado, mais irracional se torna.
Mas é amor, é somente amor.
E só é tão "viciante" o amor, porque o amor é renúncia, é esquecer de si mesmo para só pensar no outro como se o outro fosse a própria pele, o próprio segmento, o próprio "eu".
E por que ama.
(Autor Desconhecido)
da presença,
do sorriso,
do olhar,
do silêncio.
É necessidade do outro lado:
da angústia,
do medo,
da lágrima,
da desistência.
É necessidade do vazio:
da saudade,
do adeus,
do nunca mais.
Amor só é amor porque carrega em si a sina da despedida:
do último beijo,
do último olhar,
do último "até logo".
Amor só é amor porque se precipita em amar em vez de conhecer,
se satisfaz em carinhos em vez de caminhar em busca de outras conquistas;
de outras presenças,
de outros sorrisos,
de outros olhares,
de outros silêncios.
O amor só é amor porque é solitário;
é exclusivo,
é vingativo.
E este sentimento tão imenso só é amor porque não se divide, não é solidário.
E quanto maior se fica mais egoísta, mais desconfiado, mais irracional se torna.
Mas é amor, é somente amor.
E só é tão "viciante" o amor, porque o amor é renúncia, é esquecer de si mesmo para só pensar no outro como se o outro fosse a própria pele, o próprio segmento, o próprio "eu".
E por que ama.
(Autor Desconhecido)
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