quinta-feira, 1 de maio de 2008

Se não há vergonha, não há culpa

Você Sabia!?!

“Quando um cego guia um outro cego, ambos caem no buraco”

“As tempestades passam, mas os seus estragos ficam”

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Se são os nossos sentimentos sobre as coisas o que de fato nos
atormenta e não as coisas em si, conclui-se que culpar os outros
é tolice. Portanto, quando sofremos reveses, perturbações ou
dêsgostos, não culpemos jamais os outros, mas nossas próprias
atitudes. As pessoas mesquinhas geralmente atribuem aos outros
a culpa por seus próprios sofrimentos. As pessoas comuns atribuem
a culpa a si mesma: aquelas que se dedicam a viver uma vida de
sabedoria compreendem que o impulso de atribuir culpa a alguém
ou a alguma coisa não passa de tolice e que não se ganha nada culpando
seja quem for, os outros ou nós mesmos. Um dos sinais que indicam o inicio do
progresso moral é a extinção gradual da culpa.Passamos a ver como é inútil fazer acusações.

Quanto mais examinarmos nossas atitudes e trabalharmos o nosso intimo, menos estamos sujeitos a ser assolados por tempestuosas reações emocionais nas quais buscamos explicações fáceis para aquilo que nos acontece. As coisas são simplesmente o que são. As outras pessoas que pensem o que quiserem, não é da nossa conta.

Se não há vergonha, não há culpa.

Recebido por e-mail de Tem Resposta

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